Irislene Stefanelli, a Íris, que conhecemos do BBB7 está revoltada com Diego Alemão. Conheceram-se no programa, sucumbiram ao apelo midiático do romance e logo em seguida Alemão deu-lhe o fora. Dispensar uma moça daquelas só se ela tivesse maus hábitos - tipo futucar o nariz na cama, e disso não há registro. Fora isso, o rapaz deve ter problemas, sérios, muito sérios. Vá lá. Mas cantar pra todos os ventos que o amor acabou! Não se faz uma coisa dessas, Alemão. Seja cavalheiro e dê até desculpa esfarrapada, como dizer que se apaixonou pelo ex de Grazi Massafera - outro que não sabe que nasceu virado para a Lua. Talvez a chave esteja exatamente nisso da Lua.
domingo, 24 de junho de 2007
Mulher fatal é isso!
Brincar com o amor – o próprio e o concedido – das mulheres é fatal. E não há gargantilha de 150 mil dólares que conserte. Se é burra, vira alça de caixão, "quando um larga, outro pega", dizia o ator Zé Trindade. Mas se a mulher ferida for inteligente como Julia Lambert, personagem de W. Somerset Maugham, além da desforra, ela cresce. "Being Julia"; em tradução, A Outra Comédia, Ed. Globo, gaúcha. Filme de 2004, direção de István Szabó, com Annette Bening no papel-título. No elenco o genial Michael Gambon, além de Jeremy Irons, Maury Chaikin e Bruce Greenwood. Julia, linda e famosa atriz de teatro, leva o fora do namoradinho, metade de sua idade. É trocada por uma atriz, jovem, ascendente não pelo talento, mas pela beleza e pela sedução. Julia volta de um retiro para curar a dor-de-cotovelo e aceita papel secundário numa comédia. Estrela, a rival, diretor, o marido – também seduzido no jogo duplo da atriz; a moça mantinha um olho no peixe e outro no gato. Julia se faz de morto para traçar o coveiro: humilde, fraca nos ensaios, sempre secundária, coadjuvante, tudo aceito por todos. No dia da estréia, numa única cena, reverte a marcação do palco, altera o traje, fica em primeiro plano, improvisa. Desconcertada, a rival, perdida, esquece as falas, sufoca o ódio e reprime o choro. Julia rouba o espetáculo, destrói a rival, humilha o ex-namorado e desconcerta o ex-marido. Mais, ganha o respeito do filho. Vingança comida em prato frio, que Julia comemora com um copázio de cerveja.
Filme da madrugada, na TVA.
Filme da madrugada, na TVA.
sábado, 23 de junho de 2007
Cocô de cachorro - o politicamente incorreto e o ecologicamente cretino
Coisas de Mila, mascote do MAX, depois do passeio: "o pessoal passeia com os cachorrinhos, recolhe o cocô no saquinho plástico e joga o saquinho na grama. Por que não jogar o saquinho na lixeira ali em frente? Ou deixar o cocô na grama, junto com o xixi?" O ministro Magri estava certo, cachorro também é ser humano. Para o MAX é o único ser humano, os outros nem de cachorros merecem ser chamados. Para o MAX tem sido um desafio (eco)lógico. O cocô polui mais que o xixi? O saquinho não é biode(sa)gradável como o cocô? Ou o prefeito não quer que jogue cocô na lixeira? Me ajudem. Isto está mais complicado que o teorema de Fermat.
Antonio Fernando, mais dois anos na PGR
O presidente Lula deve ter ponderado: ruim com ele, pior sem ele. E nomeou Antonio Fernando Barros e Silva de Souza para mais um mandato como procurador geral da República. Parabéns, presidente, Antonio Fernando não faz besteira, não diz besteira, nem pensa besteira. Mulher, então, só a dele – e olhe que na PGR tem umas ferraris. Se o presidente tivesse consultado o editor do MAX – talvez a maior das falhas de Lula nos dois mandatos – não teria nomeado Antonio para o primeiro mandato. Antonio era tão caxias, tão legalista, tão teimoso, tão primeiro-lugar, que nunca passou cola nos cinco anos lá na Federal. Tá certo que era da turma do gargarejo, aquele povo da primeira fila, bem longe da última, onde estava o bloguista. Mas bem que podia emprestar o caderno. Nunca perdoei o Antonio Fernando por isso.
Bento Azambuja - entre a patricinha e o pé-de-chinelo
O mundo caiu sobre Bento Azambuja, o juiz trabalhista que rejeitou na audiência o brasileiro – literalmente – pé-de-chinelo. Ou pé-de-havaianas. Ele enfiou os dois pés na jaca, esquecido da primeira lição do direito do trabalho, a hipossuficiência, termo que identifica a clientela da Justiça do Trabalho – os pobres. Não vou atirar mais pedras, porque Bento está purgando o pecado. Além disso, gosto do Bento, fui advogado no inventário do avô dele, também Bento, e ele tem nome de papa. Devo a Bento um dos melhores momentos de advogado trabalhista, quando mirou um pé-de-chinelo jurídico. Foi assim: começa a audiência; do outro lado, pelo patrão, uma advogada jovem, bem nascida, bonitinha – devia ter feito três vezes o exame da Ordem. Pauta apertada, o processo exigindo ouvir testemunhas, Bento decide adiar a audiência sem fixar a data de continuação. Adiamento sine die, Bento registrou na ata. A coleguinha, forte no inglês, e só no inglês, não entende o latinório e pergunta a Bento: "Excelência, o que é esse "saine dai'". Bento, juiz novo, esboçou tentativa de explicar a morte do nariz. Acabou explicando o sine die. Não notei se a moça estava bem calçada.
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Vamos relaxar. O governo está gozando de nós
O presidente Lula está reunido com o ministro da Defesa, Waldir Pires, para discutir a crise aérea. Os dois são a metade da crise. Lula determinou que Paulo Bernardo negociasse com os controladores, e depois recuou; também impediu que o comandante da Aeronáutica aplicasse punições quando o caos aéreo se agravou. Quanto a Waldir, tem tanto envolvimento nos assuntos de seu ministério que deve ainda escrever "Defeza".
Já a sexóloga do Turismo relaxou e está gozando de todos nós: só viaja em aviões da FAB, como revela o Globo Online Extra:
Marta Suplicy já fez 47 viagens pela FAB desde que assumiu ministérioMax Leone, do Extra
RIO - Enquanto a população sofre com os atrasos de vôos nos aeroportos, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, relaxa numa aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), em mais uma viagem, a 47ª desde que assumiu a pasta. Desta vez, Marta decolou para El Salvador, onde participa da 46ª Reunião da Comissão Regional das Américas da Organização Mundial de Turismo, das Nações Unidas.
Diferentemente dos usuários comuns, a ministra tinha motivos para “relaxar e gozar”, como sugeriu na semana passada a quem estava com problemas para embarcar. A representante brasileira na reunião não teve problemas e chegou a tempo em seu compromisso oficial.
Marta Suplicy parou de viajar em aviões de carreira depois que deu a infeliz declaração. Algumas pessoas mais ligadas à ministra afirmam ser coincidência, mas existe a desconfiança de que ela estaria com medo da reação dos passageiros.
Segundo o ministério, a solicitação feita à Aeronáutica foi para que o avião levasse a ministra e a trouxesse no sábado. O ministério informou, porém, que a decisão de esperar ou não será da FAB, que avaliará a necessidade do uso da aeronave.
RIO - Enquanto a população sofre com os atrasos de vôos nos aeroportos, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, relaxa numa aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), em mais uma viagem, a 47ª desde que assumiu a pasta. Desta vez, Marta decolou para El Salvador, onde participa da 46ª Reunião da Comissão Regional das Américas da Organização Mundial de Turismo, das Nações Unidas.
Diferentemente dos usuários comuns, a ministra tinha motivos para “relaxar e gozar”, como sugeriu na semana passada a quem estava com problemas para embarcar. A representante brasileira na reunião não teve problemas e chegou a tempo em seu compromisso oficial.
Marta Suplicy parou de viajar em aviões de carreira depois que deu a infeliz declaração. Algumas pessoas mais ligadas à ministra afirmam ser coincidência, mas existe a desconfiança de que ela estaria com medo da reação dos passageiros.
Segundo o ministério, a solicitação feita à Aeronáutica foi para que o avião levasse a ministra e a trouxesse no sábado. O ministério informou, porém, que a decisão de esperar ou não será da FAB, que avaliará a necessidade do uso da aeronave.
Qual a avaliação popular do governo do Estado?
A CNN divulgou hoje a pesquisa de popularidade de George Bush: três pontos acima da pior de Richard Nixon no pior momento do escândalo de Watergate. O atual presidente é vice-campeão de impopularidade. No Brasil, mensalmente temos pesquisas de popularidade do presidente, o mesmo acontecendo em alguns Estados - de primeira classe, no nível do Paraná, como insistiu ontem o deputado Rocha Loures, em Brasília. Curioso que no Paraná não são divulgadas as pesquisas oficiais de popularidade do governador. A sociedade civil devia se ocupar disso. Ajuda a todos.
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